domingo, 1 de fevereiro de 2009

A FILHA DO PRESIDENTE


LANINHA era filha única do presidente dos EUA.
Desde pequena teve que conviver com as ausências do pai que vivia em voltas com a política.
Sua mãe falecera logo depois que ela nascera, então só a conhece por retratos e do que o pai contava.
Por ser filha de um importante político, vivia cercada de seguranças, no mínimo dois com ela e mais dois no segundo carro.
Sabia que o pai era super-protetor e sempre recebia ameças, sempre contra ela, mas aquilo a deixava sufocada.
Queria ser como as outras garotas da sua idade, frequentar festas, barzinhos, cinema, sem chamar atenção.
Afinal aqueles “armários” dentro de ternos não passavam despercebidos por onde passavam.
LANINHA, frequentava um conceituado colégio, não tinha muitas amigas por sempre ter que sair de lá direto para casa.
E quando chegava em casa, fazia seus trabalhos escolares e eram raras vezes que saía para algum lugar.
Algumas vezes ia no cinema, em lojas fazer compras, tomar um lanche, não passando disso.
E sua companhia era sempre seus seguranças.
Já havia pedido ao pai para diminuir o total de seguranças mas ele estava irredutivel.
Como não queria contrariá-lo não tocou mais no assunto.
Um final se semana resolveu sair para dar um passeio, tomar um lanche, tomar um ar.
Corria tudo bem, sentou-se em uma mesa na beirada da calçada, pediu seu lanche e ficou a espera dele.
Os seguranças do lado aguardando.
A pedido de Laninha mantinham uma distância maior.
De repente ouve barulho de pneus cantando e um carro atropelando todos que estavam na beirada da calçada.
LANINHA viu que alguém do outro lado da rua veio em sua direção e a salvando de ser atropelada, enquanto seus seguranças com cara de tacho só ficaram observando.
No desespero de salvá-la, ambos haviam caido no chão.
LANINHA se sentiu embaraçada já que sobre ela estava um rapaz forte, tatuado, expressão marcante e perfume inconfundível.
Que nesse momento abriu largo sorriso.
Levantou-se e educadamente estendeu a mão a LANINHA ajudando-a a se levantar também.
Após isso disse com uma voz marcante que fez LANINHA estremecer:
- Está tudo bem? Machucou-se?
- Não me machuquei, estou bem, obrigada poderia ter sido atropelada e você me salvou. (disse ainda trêmula).
- Muito prazer, meu nome é Alexander James Mclean, ou apenas A.J se preferir.
- O prazer é todo meu. Me chamo LANINHA ou para muitos “a filha do presidente”. A maioria nem sabe meu nome, só me conhecem assim.
- Pelo que acabo de ver sofreu um atentado, pelo jeito tem muita gente descontente com o governo do seu pai.
- Isso é. Por isso vivo cercada de seguranças que não me deixam fazer nada, daqui alguns dias não vou poder nem respirar.
Enquanto isso os seguranças de LANINHA imobilizavam o rapaz que conduzia o carro e chamavam a policia.
A.J deu um cartão da empresa de segurança que trabalhava, junto com o telefone de lá, para LANINHA:
- Olhe o cartão da empresa ao qual trabalho, se precisar dos serviços de lá é só ligar. Espero que fique bem, e uma moça linda e cheia de vida, não merece viver presa por causa de ameças.
- Obrigada, é muito gentil, espero encontrá-lo novamente.
Educadamente A.J se despediu de LANINHA, que ficou encantada com ele. Algo dentro dela havia mudado, havia sentido algo de diferente que mais para frente descobriria o que seria.
LANINHA voltou para casa, tomou um bom banho e foi descansar.
Seu pai viria aquele dia jantar com ela, com certeza já devia estar sabendo do que havia acontecido.
Entristeceu com isso, com a ameaça sofrida com certeza ele iria aumentar ainda mas o número de seguranças, e sua vida que já estava restrita ficaria pior.
No começo da noite seu pai chegou e logo foi ao encotro dela:
- Filha querida, você está bem?
- Estou pai, não aconteceu nada graças a um segurança que passava no local.
- Fiquei sabendo, seus seguranças a partir de amanhã serão trocados, falharam hoje, o que quase custou sua vida.
- Olha pai o rapaz que me salvou se chama A.J, ele me deu o cartão da empresa que ele trabalha. (disse entregando ao pai)
- Isso é otimo, ele é segurança então, amanhã vou ligar e ver como são os serviços dessa empresa. Vou pedir para que venha em casa, quero agradecer pessoalmente por te salvo você e ver como trabalham. Dependendo contratarei os serviços.
No dia seguinte bem cedo o pai de LANINHA ligou para o telefone do cartão e pediu para que A.J fosse até na Casa Branca.
A.J ficou nervoso, ia se encontrar com o presidente, não sabia como tratar ou se portar.
Mas se arrumou com apuro, camisa branca e terno preto e um discreto chapéu.
Tomou coragem e foi.
Chegou lá foi levado para uma sala onde aguardou.
Dentro de algum minutos o presidente adentrou a sala e cumprimentou A.J.
Depois de agradecer oque ele havia feito por sua filha e ter ouvido como era o serviço de segurança da empresa ao qual trabalhava ele fez uma proposta:
- A.J quero fazer uma proposta, quero que venha fazer a segurança da minha filha, será um teste, se seus serviços forem realmente bons, trocarei todos os seguranças dela pelo da empresa que você trabalha. O salário não é nada mal.
A.J ficou pensativo por alguns instantes, resolveu aceitar, não pelo salário , mas por LANINHA.
Havia sentido algo a mais por ela. Teria que ser o mais profissional possível mas só de imaginar estar perto dela já fazia seu coração disparar.
LANINHA que estava atras da porta escutando a conversa, pulou de alegria e foi toda feliz para seu quarto.
Deitou na cama e sorria á toa.
No dia seguinte LANINHA se arrumou para ir ao colégio, tomou café e foi ao carro.
Para sua surpresa lá estava A.J, devidamente vestido como no dia anterior. Como estava lindo.
Ele educadamente abre a porta do carro para ela entrar e se acomoda no banco da frente.
Durante o trajeto ficaram calados.
A.J estava seguindo a risca seu trabalho, faria a proteção de LANINHA e só falaria com ela se fosse estritamente necessário.
Chegando ao colégio, A.J entrou com ela, ficaria de aviso na porta da sala. LANINHA não deixou de notar que suas colegas de sala olhavam admiradas pra A.J, não tirava a razão delas realmente de todos os seguranças que havia tido ele era o mais bonito. Sentiu um certo ciúme com isso.
A aula decorreu normalmente e após o sinal A.J acompanhou LANINHA.
Durante o trajeto de volta A.J nota pelo retrovisor um carro preto seguindo a uma certa distância mas muito estranho, ficou de alerta, não deu outra quando pararam no sinal, esse mesmo carro encostou do lado e ele viu um brilho de uma arma, mandou LANINHA se abaixar e tomou o volante do carro, fazendo o outro segurança ficar no seu lugar e saindo em disparada.
O mesmo carro começou a persegui-los e tiros foram ouvidos na lataria do carro que era devidamente blindado.
LANINHA estava em pânico.
A.J muito habilidoso conseguiu fugir.
Pararam em uma delegacia.
LANINHA não parava de chorar e tremia muito, suas mãos suavam frio.
A.J não aguenta e deixa as instruções de não se aproximar e a aconchega em seus braços.
Ela se deixa envolver por aqueles braços fortes. O calor do corpo dele transmitia a sensação de proteção que aos poucos todo o medo foi passando.
O delegado recebeu a denuncia de nova tentativa de atentado e resolveu agilizar nas investigações.
Liberados após o depoimento. A.J levou LANINHA para casa.
Chegando lá o pai dela já estava totalmente transtornado.
Afinal em dois dias sua filha tinha sofrido dois atentados.
Demitiu os outros seguranças, deixando somente A.J que naqueles dias tinha dado conta do trabalho sozinho.
Mais tarde iria ver o que faria, se contrataria outros ou não .
Mas por enquanto resolveu que LANINHA ficaria alguns dias sem ir ao colégio.
O que a deixou desapontada, o colégio era o único lugar que ela ia, agora ficaria totalmente reclusa em casa.
A.J ficaria na Casa Branca caso LANINHA precisasse de alguma coisa.
Uma semana e o pai de LANINHA não havia liberado ela ainda para ir ao colégio.
A.J notava a tristeza dela e resolveu ajudar.
Ela estava sentada na sala tentando ler um livro quando ele se aproxima:
- Tenho notado você muito triste nesses dias que não tem ido ao colégio.
- Verdade sinto falta dos colegas, de conversar com eles.
- Olha vou cometer uma certa loucura propondo isso a você, se seu pai descobrir sou um ex-segurança, mas não posso vê-la triste. Você confia em mim?
- Claro que confiou, me salvou a vida duas vezes.
- Pois bem vamos sair para passear, vamos ao parque de diversões.
- Mas não posso dar um passo sequer sem me reconhecerem.
- Vamos nos disfarçar.
- Você é doido.
- Só um pouquinho. Vou até em casa e já volto com algumas roupas.
- Tudo bem eu espero.
LANINHA abria um grande sorriso, e A.J retribuia com outro.
Foi para sua casa e voltou logo com uma sacola.
Subiram a quarto de LANINHA que foi intruida por A.J a se vestir com uma calça dela mesma, mas ele lhe deu uma camiseta e uma jaqueta dele.
Prendeu o cabelo e colocou um boné e óculos escuros.
LANINHA estava irreconhecível, agora poderia sair sem ser reconhecida.
Desceram e sairam pelos fundos.
A.J pegou seu carro, afinal um carro oficial do governo chamava muita atenção.
Foram ao parque de diversões, LANINHA nunca tinha ido em um.
Seus olhos brilhavam de tanta felicidade.
Passaram o dia todo andando nos brinquedos.
A.J no tiro ao alvo ganhou um lindo gatinho de pelúcia, que deu a ela.
Andaram na montanha russa, tunel do terror.....
Por ultimo iam na roda gigante.
Mas antes pararam para um lanchinho, cachorro quente com bastante molho.
LANINHA se lambuzou toda, fazendo A.J rir, mas todo educado pega um guardanapo de papel e limpa sua boca com todo cuidado.
Olhares se cruzam, mas ambos não dizem nada.
Sobem na roda gigante.
Dão duas voltas e acaba a energia quando eles estavam bem ao alto.
Corações em disparada, LANINHA morria de medo de altura.
A.J muito calmo a ampara em seus braços novamente, a fazendo acalmar.
Um tão proximo do outro, olhos nos olhos, respiração acelerada, estão prestes a se beijar, quando um solavanco anuncia a volta da energia e a roda gigante recomeça a girar.
Descem e resolvem ir embora devido o adiantado da hora.
Chegando em casa, aparentemente ninguem havia notado sua ausência.
- Nem sei como agradecer pelo dia tão perfeito de hoje. (diz LANINHA a A.J)
- Não precisa seu sorriso é o maior agradecimento para mim.
- Fez me descobrir um mundo que nunca havia experimentado.
- Você ainda tem muito o que viver, e ficarei feliz em proporcionar mais momentos como hoje. (dizendo isso se despede dando um leve beijo no rosto de LANINHA que fica enrubecida).
Subiu ao quarto e foi tomar um banho.
Não conseguia tirar A.J dos pensamentos.
Estaria se apaixonando por seu segurança?
Saiu do banho e deitou na cama, pegou a camisa emprestada por ele, tinha o perfume impregnado nela, daquele abraço na roda gigante.
Sentiu o perfume e adormeceu.
Sonhou..........
Sonhou que caminhava pela praia da Califórnia, final de tarde, um lindo por do sol.
Sentou-se a beira mar, a brisa soprava suave fazendo seus cabelos balançarem.
Do meio do mar avisa alguem saindo da água.
Aos poucos a pessoa vai tomando forma, corpo atlético, tatuado, barriga tanquinho, todo molhado. Ela identifica A.J
Ele caminha em sua direção, ela quer falar alguma coisa mas não consegue pois ele se senta ao seu lado e a toma em seus braços a deitando na areia e a beijando ardentemente.
O despertador toca tirando LANINHA do sonho mas deixando a forte impressão daquele beijo.
LANINHA toma seu banho e desce para tomar seu café.
A.J pontualmente já estava no seu posto.
Entreolharam-se e sorriram.
- Então preparada para o dia de hoje? (perguntou ele)
- Acho que sim, o que vamos fazer?
- Tome seu café ai depois eu conto. (disse com um certo ar de mistério).
- Não me deixe curiosa!
- Não conto. (A.J riu da cara que LANINHA fazia).
- Assim não vale. Mas vou tomar o café quero saber logo aonde vamos.
E assim fez, ela tomou rapidamente seu cafe e foi se trocar.
Do mesmo jeito do dia anterior se disfarçou e sairam.
A.J a levou ao cinema para assistirem um bom filme, Os Infiltrados.
Mas quem disse que ambos conseguiam se concentrar no filme.
LANINHA não conseguia esquecer o sonho da noite anterior e A.J estava lutando contra seus sentimentos para não dar um beijo nela.
Estava cada vez mais difícil resistir aos encantos dela, mas ao mesmo tempo tinha receio por ser filha do presidente.
Era a primeira vez que senti algo tão forte por uma garota.
Estava literalmente apaixonado e sentia que ela tambem sentia algo por ele.
Não podia sufocar aquele sentimento por mais tempo e decidiu arriscar.
Pegou a mão dela e apertou com delicadeza a fazendo olhar para ele.
Olhos nos olhos foram se aproximando um do outro, corações disparados, respiração aumentando, arrepios pelo corpo........ prestes a acontecer o primeiro beijo dos dois....... quando a luz se apaga.
A.J acha estranho e resolve tirar LANINHA dali por precaução.
Com muita dificuldade saem do cinema.
Do lado de fora notam uma movimentação suspeita perto do seu carro, pessoas como se procurassem algo.
A.J puxa LANINHA por uma rua estreita, tinham que se afastar logo dali, poderiam ser pessoas querendo cometer um atentado novamente contra ela.
Começa a chover forte, fazendo os dois ficarem totalmente molhados.
Logo mais á frente param, estavam ofegantes por terem saido correndo.
A.J olha LANINHA fixamente, a roupa molhada desenhava perfeitamente as curvas de seu corpo, como uma provocação a seus sentimentos.
LANINHA tambem podia notar o corpo perfeito e sarado de A.J marcados pela roupa molhada.
Ele não consegue mais se segurar, por duas vezes o tão esperado beijo não aconteceu.
Foi se aproximando dela e a encostando no muro, suas mãos fortes envolveram sua cintura, lábios se aproximam do dela, acontecendo o tão esperado beijo caloroso.
Ficaram assim por alguns instantes. Beijos cheios de paixão........
O calor dos corpos não fazia sentir as gotas frias da chuva.
Passado o calor do momento:
- Desculpe-me não pude me controlar, sinto que estou apaixonado por você. Não deveria misturar trabalho com vida afetiva. Mas não estava mais aguentando sufocar isso dentro de mim. (disse A.J cabisbaixo).
- Porque se desculpar, tambem sinto o mesmo por você, desde o dia em que me salvou pela primeira vez. Você mexeu comigo, você me fez viver momentos lindos, me fez viver sensações únicas. Pela primeira vez me senti uma pessoa normal. (diz LANINHA tranquila).
- Já sabe o que as pessoas vão dizer. Interesseiro vai ser a primeira coisa de que vou ser chamado. E acho que seu pai não vai gostar nada de ver a filha dele envolvida com um segurança. (A.J preocupado).
- Não me importa o que digam. Meu pai mal tem tempo para mim, a política sempre em primeiro lugar. Quero ser feliz, e nesse momento estou feliz com você.
A.J sorriu, tirou sua jaqueta e cobriu os ombros de LANINHA. Voltaram ao carro dele, aquelas pessoas estranhas já não estavam mais lá. Ele resolveu levá-la para sua casa, tomar um banho quente, não deixaria ela pegar um resfriado, depois a levaria para casa.
O apartamento dele era simples mas bem organizado e aconchegante.
A.J mostrou onde era o banheiro e emprestou algumas de suas roupas.
Enquando LANINHA tomava banho , A.J trocou de roupa e foi para a cozinha preparar um chá de maçã com canela.
Acabando o banho LANINHA vestiu a camisa de A.J, o mesmo perfume do dia em que o conheceu, estava nas nuvens.
Faria de tudo para ficar com ele, sabia que o pai arranjaria empecilhos, mas queria ser ela mesma uma vez na vida.
Enfrentaria tudo e todos para viver aquele amor.
A.J a esperava para tomarem o chá juntos.
A chuva tinha parado, então A.J resolveu levar LANINHA em casa.
Chegaram e LANINHA se despediu de A.J discretamente.
Ela não se aguentava de tanta ansiedade, para sabe onde ele a levaria no dia seguinte.
Dormiu feito um anjo, mas não sonhou.
Manhã seguinte LANINHA cumpriu a mesma rotina de sempre, tomou seu banho, se arrumou e desceu para o café, mas algo estava errado, havia uma movimentação anormal pela casa. Procurou A.J pela casa e não o encontrou.
Alguma coisa havia acontecido.
Recebe um chamado do pai , no escritório.
Isso não era nada bom , todas as vezes que o pai a chamava no escritorio era para repreendê-la.
Entrou no escritório e se deparou com o pai e A.J sentados no sofá.
Será que seu pai havia descoberto alguma coisa?
Começou a ficar nervosa.
- Sente-se filha, vamos ter uma conversa séria. Hoje recebi novamente uma grave ameaça, não contra mim, mas contra você. Sei que ultimamente tem preferido atingir você pois sabem o quanto és minha jóia mais preciosa e o quanto sofreria se algo de ruim acontecesse com você. Por isso tomei uma importante decisão. Você vai para uma de nossas fazendas, que não sabem que ela me pertence, vai passar uma temporada por lá. Depois disso poderá voltar. Já conversei com A.J e ele irá com você fazer sua segurança.
LANINHA e A.J embarcaram em um helicóptero e horas depois já estavam na fazenda.
O lugar era lindo, calmo, com certeza iam viver dias ótimos por lá.
A casa era grande, tinham muitos empregados.
Cada um se acomodou em um quarto. Lógico que seguindo ordens A.J ficaria em um quarto em frente ao de LANINHA.
A.J a protegeria 24 horas por dia.
Na fazenda havia muitas coisas para se fazer, naquele primeiro dia foram fazer um pequenique á beira de uma cachoeira.
LANINHA resolveu dar um mergulho.
A.J não quis entrar tinha receio de alguém ver os dois juntos, decidiu que ficaria somente observando. A vontade de estar com ela era enorme mas tinha que se controlar. O pai dela havia dado ordens de protegê-la naqueles dias e era isso que faria, não sabia como, mas faria.
Ela vendo que ele estava concentrado no trabalho resolveu tornar tudo aquilo mais descontraído, fingiu torcer o pé na pedra e afundou simulando se afogar.
A.J se assusta e não pensa duas vezes, pula na água e nada em direção á ela.
Puxa para a margem, LANINHA finge estar desacordada.
Ele então faz respriação boca a boca.
Ela não aguenta e ri e fala que foi brincadeira.
A.J faz cara de bravo mas ri muito depois.
Depois foram lanchar o que haviam trazido para o pequenique, o tempo havia passado que nem tinham visto.
Voltaram á sede ao entardecer.
Na manhã seguinte sairam cedo, foram cavalgar.
A.J em um cavalo preto e LANINHA em um cavalo branco.
Deu para conhecerem a fazenda toda, voltaram antes do almoço.
Foram guardar os cavalos, não havia ninguem no momento para fazer isso, todos em horário de almoço.
A.J tirou as selas dos cavalos e os guardou cada um em sua baia.
Voltando-se para LANINHA a olhou com desejo.
Aproximou-se, passou as mãos em seu rosto, afagou seus cabelos e não desviando o olhar a beijou repetida vezes.
Deixaram-se rolar sobre um monte de feno que havia no chão, beijando-se apaixonadamente e rindo.
Assustaram-se com um barulho de conversa, levantaram-ser rapidamente e sairam de fininho de lá.
Tomaram um banho, almoçaram, descansaram por meia hora e foram dar um passeio de pedalinho no lago.
A.J um completo cavalheiro pedalou o passeio inteiro.
O clima era de total romance.
Cada vez mais estava dificil esconder o quanto se amavam.
Quando ninguém via, trocavam carinhos e beijos intensos.
Aqueles dias estavam sendo um conto de fadas para LANINHA, seu desejo era que nunca pudesse acordar dele.
No dia seguinte A.J tinha que fazer os relatórios para mandar para a empresa onde prestava serviço, era regra, então nesse dia não sairam para passeio algum.
LANINHA entendeu, passou o dia lendo um livro.
Foram se falar somente no jantar.
Trocaram algumas palavras e foram dormir.
Durante a noite cai um enorme temporal cheio de relâmpagos e trovões.
LANINHA se encolhe toda na cama, morria de medo de fortes chuvas, ainda mais em um lugar afastado de tudo.
Um forte trovão se faz ouvir, ecoando nos corredores desertos da casa.
LANINHA solta um grito, fazendo A.J acordar e sair correndo em direção ao seu quarto.
Entra e vê sob o lençol toda encolhida.
Chega perto e a abraça:
- O que aconteceu? Porque gritou?
- Ai que vergonha, você vai rir de mim. Mas morro de medo de relâmpagos e trovões.
- Não vou rir. Todos nós temos algum tipo de medo.
A.J a olhava com tanta ternura e confiança que ela se sente melhor.
Passado o momento.
A.J vê como estava vestido, na pressa havia saido somente de shorts. Ficou vermelho de tanta vergonha.Gaguejando disse:
- Desculpe-me os trajes, sai correndo e nem me lembrei de vestir.
- Não se preocupe eu entendo.
Disse LANINHA enquanto admirava o físico dele.
Ele a beijou e saiu.
Amanhece o dia.
LANINHA acordou tarde por conta de ter demorado dormir por causa dos relâmpagos e trovões.
Quando desceu para o café não encontrou A.J como de costume.
Estranhou, perguntou a um dos empregados que disse ter visto sair logo cedo.
Aonde teria ido? Não havia dito nada.
Alguma coisa estava errada.
LANINHA subiu ao quarto dele e sabia que o que estava fazendo era errado, mas tinha que descobrir se havia algo de errado com seu amado.
Mexeu em alguns papéis em cima da mesa e viu o crachá da empresa de segurança, virou e descobriu o motivo do sumiço tão cedo de A.J, era o dia do seu aniversário.
Com certeza estava triste, por estar longe da familia e dos amigos.
Lágrimas corriam pela face de LANINHA, sabia como ele estava se sentindo, ela mesmo havia passado vários aniversários sozinha, longe do pai.
Enxugou as lágrimas e resolveu fazer um jantar surpresa para ele.
Armou tudo com as empregadas e pediu para que todas se recolhessem mais cedo.
Seria um jantar somente os dois, á luz de velas.
A.J voltou e ela pode notar o quanto triste estava, mas não disse nada, puxou conversa e fingiu não saber de nada.
Ele tentou se animar mas estava dificil, mas não queria que LANINHA percebesse, disse que estava se sentindo mal e pediu para se retirar.
LANINHA concordou.
A.J se deitou e logo adormeceu, talvez dormindo o dia passasse logo, com certeza no outro estaria melhor.
Enquanto isso LANINHA corria com os preparativos do jantar.
Deixou tudo no capricho antes da 20h.
Subiu ao quarto de A.J e bateu na porta:
- Posso entrar?
- Pode sim. (respondeu com pouco ânimo)
- Vi que estava triste o dia todo hoje, então como você tem me feito feliz esses ultimos dias. Hoje é meu dia de te dar um pouco de alegria. Tome um banho, coloque uma roupa bem bonita e desça, estarei te esperando na sala de jantar dentro de uma hora. Não vou aceitar um não como recusa.
Dizendo isso saiu em direção a seu quarto para se trocar.
A.J não estava com ânimo mas por amor a ela fez um esforço, tomou um banho, colocou uma camisa preta lisa, calça social e ficou esperando dar o horário.
Enquanto isso LANINHA escolhia um vestido na altura dos joelhos vermelho decotado, de alcinha, sapato de salto. Uma leve maquiagem e cabelos soltos.
Desceu antes do combinado e ficou a espera de A.J.
Ele desceu, estava tudo muito vazio, escuro, estranhou.
Uma musica ao fundo começou a tocar:

“You washed away my sad face
You flooded all my empty space
You take away life's heartbreak
And I know with you it's gonna be okay

You're rushing through me
Like water from heaven
I feel you moving through me
Like sand in the sea
And now I feel so alive (so alive)
Knowing something of you is right here
You're right there in my atmosphere
Finally I feel complete
Cause you have rushed over me’’

LANINHA acendeu as velas do castiçal sobre o centro da mesa.
A.J ficou admirado, estava linda, não parecia uma garota, mas sim uma linda mulher.
- Bom resolvi fazer esse jantar para comemorar seu aniversário, notei que passou o dia todo triste, tinha que fazer alguma coisa.
- Como sabe que é meu aniversário. (disse A.J surpreso).
- Desculpa mas logo que acordei e vi que não estava, resolvi dar uma de intrometida e fui no seu quarto, achei seu crachá da empresa e vi a sua data de nascimento. Sei que foi errado invadir seu quarto sem permissão, mas queria descobrir o porque do seu sumiço. Parte é culpa minha, não pode estar com sua família e amigos por estar trabalhando, me protegendo, é o mínimo que poderia fazer para você.
Os olhos de A.J se marejaram, estava mais que claro que LANINHA era a mulher de sua vida.
A.J enfim sorriu naquele dia.
O jantar correu tranquilamente.
Após o término dele A.J se levanta e tira LANINHA para dançar.
Mostrou-se um verdadeiro dançarino conduzindo muito bem LANINHA.
Dançaram alguns minutos e pareceram não se importar com mais nada.

“Don't pretend you're sorry
I know you're not
You know you've got the power to make me weak inside
And girl you leave me breathless
But it's ok
Cause you are my survival
Now hear me say...

I can't imagine life without your love
And even forever don't seem like long enough

'Cause everytime I breathe I take you in
And my heart beats again
Baby I can't help it
You keep me drowning in your love
Everytime I try to rise above
I'm swept away by love
Baby I can't help it
You keep me drowning in your love”.

Ainda sob o efeito daquele momento mágico LANINHA olha no fundo dos olhos de A.J e diz:
- Eu te amo! Nada desse mundo vai nos separar. Minha felicidade vai ser ao seu lado. Quando voltarmos vou dizer tudo a meu pai, ele vai ter que aceitar.
- Também te amo mais que tudo nesse mundo, você estando ao meu lado enfrentarei tudo para ficar junto de você.
LANINHA pega a mão de A.J e sobem para o quarto.
A.J e LANINHA começaram a trocar beijos calorosos.
Ele descia suas mãos pelo corpo dela a fazendo estremecer, enquanto beijava seu pescoço.
Ela desabotoava a camisa dele, tirando-a em seguida. Passou a mão pelo seu corpo atlético, costas e ombros largos. Pode dessa vez notar cada detalhe, suas tatuagens, que via apenas alguns traços, afinal ficava escondidas sob o terno.
Ele delicadamente abria o zíper do vestido revelando seu corpo perfeito, a pele macia.
A.J muito carinhoso a beijava repetida vezes.
Entregaram-se ao amor, corpos ardentes, se tornaram um só.
Dormiram abraçados.
Ambos com um largo sorriso no rosto.
Amanhece o dia.
O pai de LANINHA havia decidido ir ver a filha e não avisado ninguém, chegou logo cedo e subiu para bater no quarto.
Resolveu não bater, queria acordar a filha com um beijo.
Abriu a porta devagar e ficou horrorizado com a cena.
Não podia acredita no que via.
Sua amada filha dormindo com o segurança.
Bravo gritou:
- Alguém pode me explicar que pouca vergonha é isso!
LANINHA e A.J acordam assustados.
- Pai! Calma vou explicar!
- Ah vai mesmo, mas antes façam o favor de se vestirem!
A.J e LANINHA entreolharam-se era chegada a hora de contarem toda a verdade e seja o que Deus quiser.
Vestiram-se e logo desceram.
O pai de LANINHA esperava no escritório nervoso.
- Pai!
- Bom podem começar a se explicar, estou esperando.
- Pai! (LANINHA tomando fôlego),. Eu amo o A.J. ele me tem feito muito feliz esse tempo todo que esteve me protegendo. Íamos contar para você quando voltássemos para casa, mas você chegou antes. Desculpa por ter escondido isso de você.
- Sr. Presidente, fui o maior culpado disso, não devia ter misturado as coisas. Mas preciso dizer que também amo sua filha. Acho que abusei da sua confiança, precipitamos os acontecimentos, mas tudo que sinto por ela é verdadeiro.
- Terminaram! Pois bem. A.J está demitido lógico, não vou permitir que minha filha tenha um caso com o próprio segurança. Além disso cheio de tatuagens, o que pensam que meus eleitores vão dizer. E você Laninha vai para um colégio interno.
- Pai não vou a lugar algum, você me trata feito uma criança, será que não percebeu que eu cresci? Não sou mais aquela garotinha. Está tão ocupado com seus eleitores que nem viu o tempo passando. Já sou bem crescida para cuidar de mim mesma, tenho vontades próprias, quero ser feliz. Quero ser uma pessoa normal. Quero sair como as outras pessoas, quero namorar. Mas você não vê isso.
Dizendo isso sai correndo aos prantos do escritório.
A.J fica sem saber o que fazer, mas seguindo o coração vai atrás dela deixando um presidente totalmente arrasado com tudo que acabara de ouvir da própria filha.
LANINHA saiu correndo para fora da sede, sem rumo, há tempos se sentia sufocada e diante da falta de compreensão do pai naquela manhã, tinha colocado tudo para fora. Pensando melhor notou que havia sido um tanto dura com o pai. Mas era tarde, já tinha dito. Não queria de forma alguma deixar A.J, isso nunca aconteceria, nem que tivesse que fugir de casa.
A.J a alcançou e a abraçou com carinho. Não disse nada sabia o que LANINHA estava sentindo, apenas a consolou.
Levou ela de volta á sede, subiu com ela até o quarto e a deixou lá sozinha, apenas disse:
- Confie, tudo vai dar certo. Nosso amor é sincero e verdadeiro, ficaremos juntos.
Disse e foi ao quarto arrumar suas coisas. Com lágrimas nos olhos pegou a mala e saiu, deixando um bilhete sobre a cama para a amada.
Estava cumprindo as ordens do presidente, havia sido demitido. Enquanto ao amor que sentia por LANINHA, saberia esperar.
No escritório o pai de LANINHA tinha o rosto banhado em lágrimas. As palavras da filha tocaram fundo, mas ela estava coberta de razão. Realmente havia sido um pai distante colocando a política acima de tudo e nem sequer acompanhou o amadurecimento da filha. Tinha que admitir que ela não mais lembrava a garotinha de antes, era moça feita, ou melhor já era uma mulher feita. Mas mesmo assim não gostou nada de ver A.J na cama com ela. Não voltaria atrás na decisão da demissão, somente decidiu não manda-la a um colégio interno.
LANINHA parou de chorar tinha que ser forte e se manter firme, uma hora o pai tinha que entender. Foi ao quarto de A.J falar com ele mas o encontrou vazio.
Sobre a cama um pequeno bilhete com o nome dela, na garganta um nó se formava enquanto lia:
“ Meu amor, estou indo embora, não quero causar problemas para você. Seu pai me demitiu vou respeitar a vontade dele. Prometo que darei um jeito de te ver sempre e quem sabe um dia ele me aceite. Fique bem, sua felicidade é a minha. Te amo! Nunca se esqueça disso.
Do seu sempre A.J”
LANINHA desabou no choro. Ficaria longe do seu amor. Estava sem chão e não sabia o que fazer.
No dia seguinte voltaram para a Casa Branca, LANINHA não trocou nenhuma palavra com o pai e muito menos ele puxou conversa.
Subiu ao quarto e se trancou lá, ficou dias sem sair, se recusava a comer, foi ficando pálida e fraca.
Causando grande preocupação ao pai.
A.J tinha um amigo dentre os atuais seguranças dela e ficou sabendo do seu estado, pediu para que entregasse um bilhete á ela:
“Minha querida, reaja, não pode fraquejar agora. Vou tentar vê-la de qualquer jeito, mas quero vê-la bem.
Te amo! Te amo! Te amo!”
Do seu sempre A.J”
O amigo de A.J as escondidas conseguiu entregar o bilhete.
Quando leu toda a expressão de LANINHA se modificou, o brilho no olhar voltou.
Faria como seu amado pedia. Voltou a se alimentar e logo estava bem novamente.
Uma tarde estava no jardim sentada no banco quando sente duas mãos taparem seus olhos, mãos conhecidas, perfume inconfundível, era A.J.
Virou-se e beijaram-se longamente, até que seguranças chegam e fazem A.J se retirar apesar dos protestos de LANINHA.
LANINHA ficou revoltada, seu pai não tinha o direito de impedir sua felicidade. Subiu ao quarto se disfarçou e saiu sem os seguranças perceberem.
A.J estava no apartamento somente de shorts, não queria ficar longe de LANINHA mas não sabia o que fazer.
È tirado dos pensamentos com o toque da campainha.
Vai abrir a porta e se depara com LANINHA, que se atira nos braços dele.
Ele fecha a porta e novamente se entregam ao amor.
A vontade de LANINHA era ficar ali junto de A.J para sempre, mas sabia que se o pai soubesse poderia voltar atrás e manda-la para o colégio interno.
Foi com enorme dor no coração que se vestiu e saiu de lá , tomando o rumo de casa.
Mal sabia ela que corria perigo, logo depois que saiu escondida de casa um carro suspeito, seguiu ela até o apartamento de A.J e ficou esperando.
LANINHA caminhava tranquilamente pela rua, feliz da vida.
O carro seguia ela esperando o momento certo, iriam seqüestra-la. Eram contra o pai dela vencer as eleições novamente.
A..J parece que pressentiu alguma coisa, após ela sair, se vestiu e foi correndo ver se alcançava, iria acompanha-la até em casa.
Virando uma esquina viu ela caminhando distraída, e logo atrás o carro suspeito.
Correu em sua direção o mais que pode, alcançou-a , mas tarde demais, dois caras saíram do carro e tentaram agarrar LANINHA.
A.J revidou nocauteando um deles, desesperado o outro pega uma arma e vai atirar em LANINHA, seria a pior coisa para o presidente, fazendo-o desistir das eleições.
Um tiro se ouve, mas quem cai ao chão é A.J, para salvar a amada ele se colocou na frente dela.
LANINHA se desespera ao ver a camisa dele manchada de sangue, pede socorro, o que demora um pouco para chegar.
Vai com ele até o hospital, está aflita.
Foi com alívio que recebeu a noticia que o tiro havia pegado de raspão, nada de grave, A.J sairia no mesmo dia.
Seu pai ficou furioso quando ficou sabendo da sua fuga, mas tinha que admitir que a culpa era dele por proibir a filha de ver A.J.
Agora tinha enorme gratidão por ele ter protegido a filha novamente, quase perdendo a própria.
Contrariando seu ego foi ate a casa de A.J e pediu desculpas e para alegria de LANINHA o admitiu novamente como seu segurança.
Autorizou o namoro desde que sem maiores abusos, tudo teria seu tempo.
Seu pai venceu as eleições, mas prometeu passar maior tempo com ela.
Mas maior vitória foi a do amor de LANINHA e A.J, provando que nada é impossível.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ANIVERSÁRIO NICK CARTER




GALERINHA!!! ENTÃO AMANHÃ É NIVER DO NICK!!! LOIROOOO LINDOOOO FAZENDO 29 PRIMAVERAS. EMBORA EU ESTEJE ASSIM "MEIO DESLIGADA" DO DITO CUJO, KAKAKAKA, MAS ELE CONTINUA MEU PREFERIDO.
LOGO EMBAIXO UMA PEQUENA BIOGRAFIA DELE E ACIMA UMA RECENTE FOTO DA PRIMEIRA FESTA (26/01/09) DE MUITAS QUE ELE VAI FAZER NESSA SEMANA. PARA MUITAS VENDO A FOTO VAI SER MOTIVO DE TRISTEZA, POIS SEGUNDO INFORMAÇÕES A MOÇA DA FOTO CHAMADA LAUREN (BOM DIZEM SER AMIGA DA ANGEL), ESTÁ COM ELE JÁ TEM 6 MESES, OU SEJA PELO QUE INDICA CARTER NAMORANDO!!!!!
AHHHHHHH. MAS O IMPORTANTE É QUE EU ACHEI ELE COM CARA DE FELIZ, NÃO ME PERGUNTEM PORQUE DIGO ISSO, APENAS FOI MINHA IMPRESSÃO.
COMO FICA DEMORADO POSTAR VIDEO POR AQUI SEGUE LINK DE UMA PEQUENA HOMENAGEM QUE FIZ PARA ELE, ESPERO QUE GOSTEM.


LINK DO VIDEO: http://br.youtube.com/watch?v=MRmy5xu-TF0


OBRIGADA PELA VISITA.
BSBEIJOS....


Nickolas Gene Carter - Nick

Nickolas Gene Carter nasceu em 28 de janeiro de 1980 em Jamestown, Nova Iorque (19:32H). Primogênito de Robert e Jane Carter, Nick ainda possui mais 4 irmãos, BJ, Leslie e os gêmeos Angel e Aaron, além da meia irmã Ginger, e mais dois por parte de pai (Kaden e desculpem gente mas não sei o nome da irmã, se alguém souber me manda que eu arrumo aqui).
Quando pequeno fez diversos testes para comerciais de televisão e filmes.
Com cerca de 10 anos, conseguiu uma ponta no filme "Edward, mãos de tesoura", fazendo o papel do menino Tim Burton.
Aos 12, conheceu A.J. McLean e Howie Dorough em um teste para os estúdios da MGM , mal sabia ele que o destino os uniria mais uma vez.
Nick chegou a ser chamado para fazer parte do Clube do Mickey Mouse, mas sua paixão pela música foi mais forte e em 1992 um sonho começava a ser realizado : havia passado no teste para a formação de uma banda, junto com AJ McLean, Howie Dorough e os primos Brian Littrell e Kevin Richardson formaram os Backstreet Boys.
O primeiro single "We've got it goin' on" foi lançado em 1995, levando o grupo ao reconhecimento na Europa.
Devido sua paixão por barcos criou uma equipe para competições, a Nick Carter Racing, que ,em 30 de abril de 2002 ganhou na categoria de OS Worlds na Flórida e cantou o hino nacional.
Mas nem tudo são flores, em 2 de janeiro de 2002, Nick foi preso por desacato após uma briga em uma boate em Tampa,chamada Pop City.
Outra onda de momentos ruins viria com a separação de seus pais em março de 2004.
"Now or never" foi seu primeiro álbum solo, lançado em 2002 não agradou a muitos devido a uma leve puxada de rock, mas mesmo assim não desistiu.
Lançou os singles de "Help me", "Do i have to cry for you" e "I got you".
Mas nada que ele não pudesse superar, em fevereiro de 2006 juntou-se com seus irmãos e moraram juntos durante certo tempo, dando origem ao seriado House Of Carters.
Em 2005, junto com os demais membros dos Backstreet Boys, lançou o "Never gone" , deixando marcado na história que ainda não era o fim da onda pop no mundo. Recentemente, com um integrante a menos, a banda lançou um cd intitulado de "Unbreakable"(2007), inquebrável e inseparável,assim como Nick e sua paixão pela música.
Para o ano de 2009, temos a promessa de um novo CD solo bem como o proximo CD dos BSB.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

VIDAS QUE SE CRUZAM


CRIS morava com os pais em um pequeno vilarejo de camponeses, em um lugar calmo, cercado de matas e cortada por um rio de águas calmas. Do lado do vilarejo passava uma estrada que levava a outras vilas e por onde passavam varias caravanas de mercadores, que em algumas vezes passavam a noite por ali.
Era filha única e sempre teve a proteção dos pais, que a educaram muito bem. Todas adoravam e era querida por todos os vizinhos.
Tinha uma grande amiga DAIANA, companheira de todas as horas, viviam juntas, confidentes uma da outra eram como irmãs de coração.
Naquela época as moças casavam cedo, mas por enquanto nenhuma delas estava namorando ou se quer tinham pretendentes, mas por onde passavam arrancavam admiração dos rapazes.
As duas levantavam cedo e iam lavar roupas na beira do rio, em um lugar afastado do vilarejo, depois enquanto as roupa s secavam sobre as pedras , nadavam. Era uma festa só e naquela época do ano o clima era de muito calor.
Depois de se refrescarem, recolhiam as roupas e voltavam ao vilarejo, passando por meio da pequena mata que existia , era um atalho para chegarem mais rápido.
Chegavam em suas casas e iam ajudar as mães nos afazeres domésticos.
Depois das obrigações feitas, se encontravam para conversar até a hora de dormir.
Essa era a rotina diária delas.
Certo dia estavam as duas nadando no rio e por trás de algumas árvores dois vultos as observavam com olhar malicioso, mal sabiam elas que esses mesmos vultos já vinham as observando fazia tempos e sabiam o horário que elas costumavam estar lá. Estavam esperando somente o momento certo de aproximarem-se delas.
Naquela época era comum escutar relatos de moças que sumiam, a maioria dos camponeses acreditavam que os responsáveis seriam alguns mercadores ou algum forasteiro que as levavam para serem vendidas ou faze-las suas esposas.
Os dois vultos que observavam CRIS e DAIANA eram Josh e Joe, dois irmãos que viviam de vila em vila dando pequenos golpes, causando tumultos e topavam qualquer serviço sujo desde que fossem bem pagos. Estavam ali já fazia alguns dias observando as duas pois tinham sido contratados por um mercador rico, chamado Oliver, ele estava atrás de uma moça para se casar, pagava muito bem e se a moça que levassem o agradasse seriam muito bem recompensados.
A sorte estava do lado deles, não iam perder a oportunidade, CRIS e DAIANA eram suas vítimas, estavam em um lugar afastado, , ninguém as ouviria e só dariam falta de ambas quando já estivessem longe. Iriam seqüestrar as duas, tinham em mente que pelo menos com uma delas o mercador iria ficar.
Aqueles dias todos ficaram observando-as e já sabiam que não saiam da rotina, faziam o mesmo trajeto e ficavam o mesmo período de tempo na beirada do rio.
Queriam fazer o serviço logo pois estavam precisando de dinheiro e como sabiam que Oliver estaria com sua caravana á apenas alguns quilômetros dali, era perfeito, não teriam tanto trabalho, era somente pegar as duas e leva-las até ele e receber pagamento.
Esperaram as duas saíram da água e se aproximaram discretamente. Joe pegou o braço de DAIANA, enquanto Josh pegou CRIS. As duas gritam por socorro.
Josh diz:
- Calma meninas não vamos machucar nenhuma das duas, só iremos leva-las para um pequeno passeio e dependendo uma será solta a outra infelizmente não. (diz com voz irônica que causou arrepios em ambas).
CRIS dá um baita chute na canela de Josh, que a solta. Ela então empurra Joe fazendo-o largar DAIANA. As duas começam a correr, mas não o suficiente.
Joe consegue pegar DAIANA novamente. CRIS consegue ira mais á frente e entra no meio da mata fechada. Josh ri:
- Joe segura essa aí enquanto vou á caça da outra!
CRIS sai correndo sem rumo no meio da mata gritando por socorro, saberia que seria em vão gritar pois o vilarejo estava em uma distancia considerável, a não ser que alguém passasse na estrada. No desespero pisa em falso , cai e por azar bate a cabeça em um toco de árvore e desmaia.
Josh que vinha logo atrás ri da cena, fora mais fácil do que pensava. Coloca CRIS desacordada sobre o cavalo e vai de encontro a Joe que traz DAIANA.
DAIANA se assusta ao ver a amiga inconsciente.
Passam o dia todo cavalgando e nada da CRIS acordar.
No cair da noite chegam ao acampamento de Oliver.
Durante o dia todo os pais de CRIS e DAIANA vendo que demoravam a voltar foram procura-las e não as encontrando entraram em desespero, temiam que nunca mais a veriam.
Ao chegarem ao acampamento de Oliver , Josh foi deixar CRIS e DAIANA em uma tenda enquanto ele ia negociar o valor delas com Oliver.
DAIANA tinha as mãos e os pés amarrados, enquanto CRIS ainda permanecia desacordada, a pancada fora realmente forte.
Oliver, diz:
- Então já arranjaram a minha futura esposa, espero que não tenham me decepcionado, sabem que o pagamento vai depender se realmente gostar da moça. Não quero qualquer uma para ser minha esposa. Ela precisa ter atitude. Na verdade prefiro as que dão trabalho.
Josh ri:
- Na falta de uma trouxemos duas, mas temos certeza que uma vai lhe agradar. (diz já pensando em CRIS)
- Vamos lá, quero vê-las. (disse Oliver, ancioso).
Os três vão para a tenda onde estão DAIANA e CRIS.
Oliver entra na tenda, olha DAIANA de cima abaixo, achou a muito bonita mas não se interessou, parecia quietinha demais. Aproximou-se de CRIS, ainda desacordada, olhou para Joe e perguntou:
- Porque essa daqui está desacordada?
- É que essa daí deu mais trabalho, fugiu e tive que ir a “caça” no meio da mata, ela escorregou e pelo jeito caiu e bateu a cabeça, desde que a pegamos não acordou. (explica Joe).
Oliver, gostava de mulheres que davam trabalho, e ela era perfeita, bonita, e a expressão do seu rosto lhe chamou muita atenção, ficou balançado por ela, tanto que decidiu:
- Vou ficar com essa daqui a outra podem soltar, ou se quiserem podem vende-la a outro mercador. Vamos a minha tenda acertar o pagamento.
Um arrepio percorreu o corpo de DAIANA, não sabia o que Josh e Joe iriam fazer com ela, torcia para que eles a soltassem. Mas pelo jeito eram gananciosos o bastante para tentar vende-la a outro mercador. Olhava CRIS desacordada e se preocupou, Oliver tinha a escolhido, sabia que mercadores andavam sem parada certa, talvez nunca mais visse sua grande amiga. Começou a chorar baixinho.
Enquanto isso na tenda de Oliver, ele dava uma enorme quantia para Josh e Joe por CRIS. Eles tinham decidido que venderiam DAIANA a outro mercador, mas diante da quantia que Oliver havia pago resolveram que iriam soltá-la no dia seguinte. Sorriram satisfeitos pelo negócio.
CRIS finalmente acorda, a cabeça dói, ainda se sente tonta. Vê a amiga e a abraça. DAIANA então conta o que havia acontecido:
- CRIS, você foi vendida para o mercador que comanda essa caravana, um tal de Oliver, e eu nem sei o que irão fazer comigo, talvez me vendam para outro. Não temos saída, se fugirmos eles nos pegarão facilmente. (DAIANA com fala com a voz embargada).
- Calma amiga nós vamos sair daqui e voltar para nossas casas. Não quero me tornar esposa de um homem que se quer eu conheço. Não vão m obrigar a isso e não vou deixar fazerem isso com você também. (CRIS diz isso enquanto tenta desamarrar a amiga).
Mas não dá tempo, Oliver entra:
- Tentando fugir meninas! Que pena, sinto dizer que vocês não vão a lugar algum. Melhor dizendo, somente sua amiga vai ser solta amanhã cedo, você vai seguir comigo, a farei minha esposa, eu a escolhi! (segurando os braços de CRIS que tenta se soltar, mas não tinha forças, ainda sentia-se tonta com a pancada ).
- Vou leva-la para minha tenda, a partir de hoje vai dormir comigo e nem tente fugir porque a encontrarei aonde for, quando a vi senti grande atração por você o que despertou grande interesse. (Sai arrastando CRIS, deixando DAIANA confusa, não sabia se ficava feliz por saber que iriam soltá-la ou triste pelo destino da amiga).
Chegando em sua tenda Oliver coloca uma corrente nos pés de CRIS e a prende no mastro central. Tinha um temperamento agressivo e controlador e conseguia tudo que almejava nem que para isso usasse de violência ou força.
Aproxima-se de CRIS, segura seu rosto e pode ver o quanto seu olhar era doce, que o deixou mais fascinado , então diz:
- Não sabe o quanto estou com vontade de faze-la minha ainda esta noite, mas vou ser paciente e vou esperar se recuperar, estou vendo que ainda está debilitada pela pancada, a quero inteira na nossa primeira noite. (a segura forte junto a seu corpo e força um beijo).
Após o beijo CRIS, limpa sua boca demonstrando desprezo e asco.
- Você pode me repugnar agora, mas com o tempo eu vou deixar você mansinha e vai fazer tudo que eu quiser. Vai ser uma esposa obediente!(saiu da tenda e foi a direção na que estava DAIANA).
Entrou lá com cara de poucos amigos:
- Sua amiga vai aprender algumas coisinhas comigo. Tem atitude, gosto disso, o que me deixa ainda mais fascinado por ela. Será que pode me dizer o nome dela? Se me disser mandarei soltá-la perto do seu vilarejo, ou se não quiser dizer, e ficar calada eu mesmo negocio sua venda com outro mercador. (ameaçou).
DAIANA assustada diz que sua amiga se chamava CRIS.
- Boa garota! Pode dormir agora, amanhã bem cedo mandarei algum dos meus homens de confiança te levar lá e te soltar perto da sua casa, mas já sabe provavelmente não veja mais sua querida amiga, partirei para outro vilarejo logo em seguida e raramente costumo voltar ao mesmo lugar.
No vilarejo os pais de CRIS e DAIANA estavam impacientes, queriam continuar procurando no dia seguinte, cada dia ficaria pior e mais difícil encontra-las. Começariam no dia seguinte, os amigos iam ajudar nas buscas.
Dentre eles estava Shane, um camponês muito bonito, olhos verdes, alto, cabelos curtos, corpo atlético, um ótimo rapaz. Amava DAIANA em segredo já fazia tempos. Eram amigos desde a infância mas não tinha coragem de se declarar, tinha medo que não fosse correspondido. Mas com o sumiço dela resolveu que se a encontrasse abriria seu coração.
CRIS deita-se mas não consegue pregar os olhos embora se sentisse muito cansada, pensava na amiga, nos pais, na vida pacata que tinha. Escuta o barulho de Oliver entrando e finge dormir, qualquer coisa faria para mantê-lo a distância e evitar o máximo que ele a tivesse. Não sabia como faria, mas tentaria qualquer coisa.
Oliver a viu deitada, parecia dormir. Aproximou-se e passou a mão no seu rosto imaginando quando a teria nos braços. Realmente havia se interessado por ela. Deitou-se ao lado dela e pousou seus braços sobre ela e logo adormeceu.
CRIS com a proximidade dele se sentiu sufocar, a repulsa era enorme, não dormiu.
Na manhã seguinte a caravana começou a levantar acampamento, passariam o dia caminhando. CRIS adormeceu somente ao amanhecer. Oliver a deixou dormindo, não teve coragem de acorda-la, parecia um anjo. Deu ordens que deixassem sua tenda por ultimo, assim ela dormiria mais um pouco.
Enquanto isso um de seus homens pegava DAIANA, iria leva-la para perto do vilarejo, mas antes disso ele disse:
- Vou soltá-la pois prometi, mas lhe dou somente um aviso, não indique nossa direção á ninguém, sei que tentarão vir buscar sua amiga, se isso acontecer quem sofrerá as conseqüências será ela., sou capaz de tudo e não entregarei ela por nada.
DAIANA não queria que nada acontecesse com sua amiga por isso concordou. Oliver tinha um brilho no olhar que a deixou assustada.
Foi solta a uns 2 km do vilarejo, e saiu caminhando o mais depressa que pode, queria chegar logo em sua casa, o cansaço e tudo que tinha passado no dia anterior não importavam.
Quase chegando ao vilarejo, Shane, que estava saindo para recomeçar as buscas a vê, corre em sua direção e a abraça forte afagando seus cabelos.
DAIANA nunca imaginou que um abraço dele fosse tão reconfortante. Os pais dela e os de CRIS vem ao encontro dos dois e perguntam o que havia acontecido. Ela em poucas palavras contou tudo e lembrando das ameaças de Oliver omitiu a direção da caravana, fazendo com que os pais de CRIS ficassem desolados. Sabiam que nunca mais a veriam.
Naquele dia DAIANA pode descansar no conforto da sua casa e carinho dos pais . Shane que depois dela estar mais calma a chama para uma conversa na pequena varanda:
- DAIANA preciso lhe dizer uma coisa importante, somente peço que me escute e depois me dê sua resposta. (pegou as mãos dela e fixou o seu olhar no dela). Continuou com voz pausada e serena:
- Já venho a um certo tempo nutrindo um sentimento muito forte por você, não é somente uma simples amizade de infância. Descobri que a amo. Mas tinha tanto medo que você não correspondesse que resolvi me calar. Até que você sumiu e tive medo de perde-la. Vou entender se não quiser mais falar comigo ou deixar de sermos amigos, mas precisava abrir meu coração. (Baixou a cabeça e esperou DAIANA falar).
DAIANA não disse nada, apenas aproximou seus lábios do de Shane e deu um longo beijo.
Ficaram assim por alguns minutos. Shane sorria e DAIANA sentia uma grande alegria lhe invadir o coração, pelo menos uma coisa boa havia acontecido, embora não deixasse de pensar na amiga CRIS.
Longe dali a caravana de Oliver seguia, CRIS ia em uma carroça fechada á chave. Oliver não queria que ela tentasse fugir, já estava bem melhor que o dia anterior, pelo menos não se sentia mais tonta e nem a cabeça doía, teria que agora arranjar um jeito de fugir dali ou pelo menos não deixar Oliver a tocar.
Na caravana de Oliver havia um mercador de tecidos e roupas chamado NICK, havia se juntado á caravana fazia pouco tempo, não tinha família portanto andava sem parada.
Juntou-se á caravana por conveniência já que precisava vender suas mercadorias para se manter e Oliver era um mercador conhecido. Pelo aquele tempo que estava com ele não concordava com muitas negociatas que ele fazia, principalmente quando ele levava vantagem em cima dos camponeses cobrando caro pelas mercadorias e sabia que em alguns casos ele era estúpido e violento.
Na noite anterior escutou boatos sobre Oliver ter comprado uma camponesa para ser sua esposa. Sabia que era comum na época mas alguma coisa dentro dele não concordou com aquilo, era um romântico e achava que casamentos deviam acontecer por amor. Não havia visto ainda a camponesa, mas ficou curioso, pois alguns comentavam que era muito bonita.
A caravana parou para mais um acampamento no cair da noite.
NICK ficou surpreso quando foi procurado por Oliver:
- NICK quero que leve os melhores vestidos para minha futura esposa, não importa quanto custem, mas escolha os melhores e vá lá mostrar a ela. Com certeza ela não vai querer lhe dizer o que vai querer, afinal ainda e um cordeirinho assustado, mas deixe lá mesmo assim, que a farei experimentar mais tarde. Ah outra coisa não quero que fale com ela.
- Tudo bem já vou levar. (disse NICK já separando algumas peças).
Oliver saiu e foi conversar com os outros, teriam que decidir o caminho a seguir, a próxima vila onde venderiam suas mercadorias.
NICK fez o que ele mandou, separou várias peças muito bonitas e foi lá levar.
Entrou na tenda onde CRIS estava, e ficou fascinado por ela, tinha um olhar sincero, doce,uma expressão delicada, e era mesmo muito bonita. Ficou pasmo ao ver que ela estava presa com uma corrente nos pés. Isso o deixou chocado.
CRIS o olhou com desconfiança. Mas pode perceber pelo olhar dele que não era como Oliver, alguma coisa ele tinha de diferente, que fez seu coração disparar quando ele a fitava. Não quis nem saber de ver as roupas que ele trouxera, na verdade não queria nada que viesse de Oliver.
NICK fez como Oliver disse e deixou as roupas lá e saiu perturbado. Gostou dela e pensou em como poderia ajuda-la a sair dali, se precisasse armaria uma fuga, sabia dos riscos já que com certeza Oliver os procuraria sem dúvida. Mas algo dentro dele dizia que teria que fazer isso, ela realmente havia mexido com seu coração e não gostou nada de ver ela com correntes os pés. Era maldade demais.
Saiu de lá e decidiu, arrumou algumas roupas e deixou seu cavalo preparado. Iria colocar fogo no restante de suas coisas, assim iria distrair todos, Oliver principalmente pois recebia parte dos lucros de suas vendas, com isso conseguiria libertar a camponesa que nem o nome sabia inda.
Oliver entra na tenda:
- CRIS! Estou vendo que não escolheu nenhum dos meus presentes. Isso não se faz! Quis tanto fazer um agrado, quanta ingratidão. Se é assim eu escolho por você mas terá que vesti-los pra mim ver como vão ficar!
- Não vou vestir nada! Não quero nada seu! Odeio você! (diz CRIS com voz firme)
- Estou vendo que está totalmente boa, já até me enfrenta, então é sinal que já podes ser minha esta noite. (aproximando dela e a segurando pelos braços).
- Não toque em mim! (se soltando e dando um tapa no rosto de Oliver).
- Fica linda brava! Adoro mulheres assim! Mas sinto dizer que a partir de hoje vai aprender a me respeitar e vai me obedecer! (agarra CRIS, joga a sobre o pano que está no chão e deita sobre ela que se debate).
- Fica longe de mim, seu monstro! Tenho nojo de você, nunca vou te obedecer! Prefiro morrer em ter que conviver com você! ( já sem forças para se debater e com a respiração acelerada).
- Garanto que vai gostar do trato que vou lhe dar essa noite e nas próximas! Aos poucos vai ficar mansinha, não tem outra opção CRIS! És minha e não tem para onde fugir! ( diz isso enquanto percorre o corpo de CRIS com as mãos).
CRIS para de se debater, já não tem mais forças e fecha os olhos para não ver o que estava prestes a acontecer.
Nisso alguém grita:
- Fogo! Fogo! A tenda de tecidos está em chamas! Ajudem ou senão o fogo vai se espalhar para as outras tendas! (grande correria dos outros mercadores).
- Mais que diabos, o que está acontecendo! ( Oliver se levanta bravo, para alivio de CRIS).
- CRIS, não pense que esse incidente vai estragar nossa noite! Vou resolver isso e já volto para terminarmos o que começamos, você será minha! (Oliver sai da tenda indignado).
CRIS se levanta e tenta se soltar em vão, as correntes são fortes e a chave ficava com Oliver. Queria fugir dali desesperadamente. Lágrimas correm por seu rosto. Nisso NICK entra e com um pedaço de arame tenta abrir o cadeado e habilidoso como era consegue. Sem dizer nada pega o braço de CRIS e sai puxando-a por baixo da tenda, pelo lado oposto á entrada , sem serem vistos.
Chegam ao cavalo dele logo adiante:
- Confie em mim, vou te tirar daqui! (NICK diz olhando para CRIS com carinho)

- Não tenho como agradecer o que está fazendo por mim!
- Agradeça quando estivermos longe daqui e a salvo! Muito prazer, me chamo NICK.
- NICK! Obrigada! Meu nome é CRIS! (abrindo um sorriso).
- CRIS, bonito nome! Agora vamos, temos que cavalgar a noite toda, para nos afastarmos o mais que pudermos da caravana. Conheço Oliver o suficiente para saber que ele nos irá caçar até nos achar.
NICK e CRIS montaram no cavalo e seguiram adiante, embora fosse noite podiam ver o caminho pois a lua cheia iluminava tudo.
No acampamento já haviam controlado o fogo. Oliver estava furioso pois isso só traria prejuízos. Procurava por NICK para saber o que havia acontecido mas ninguém tinha visto. Dirigiu-se para a tenda, na manhã seguinte resolveria isso, não iria deixar de tomar CRIS em seus braços por conta disso. Só a lembrança do contato com o corpo dela já o tinha deixado cheio desejo.
Chegando lá só viu as correntes com o cadeado aberto e ficou irado:
- Ela fugiu! Mas não conseguiria sozinha! Alguém a ajudou! (juntou os fatos, NICK havia estado mais cedo com ela, fogo justo na sua tenda, ninguém o tinha visto enquanto apagavam o fogo.......)
- Desgraçado! NICK a ajudou! Juro que vou encontra-los e quando isso acontecer vou mata-lo, melhor do que isso se CRIS estiver com ele, vou faze-la implorar pela vida dele, depois disso eu mato e vai ser minha!
Dizendo isso Oliver foi falar para dois de seus homens começarem a procurar, não podia abandonar a caravana sem um comando, ele iria sair ao raiar do dia.
NICK e CRIS cavalgaram a noite toda e apesar do cansaço não paravam, queriam se distanciar o quanto mais.
Ele tinha quatro amigos em um vilarejo que não ficava tão longe, pediria pouso e ajuda a eles. Antes do amanhecer já estariam lá.
Os capangas de Oliver procuraram á noite toda ao redor mas não encontraram nada, já raiva o dia quando retornaram acampamento. Avisaram Oliver de que mais adiante teria um vilarejo e provavelmente eles iriam pra lá para descansar.
Oliver então reuniu sua caravana e foi em direção á esse vilarejo, estava obscecado em encontrar os dois de qualquer jeito, no final do dia chegariam e procurariam informações.
NICK e CRIS chegavam no vilarejo. Ele então bate na porta da pousada dos seus amigos:
- KEVIN, BRIAN, AJ, HOWIE, é o NICK!
KEVIN abre a porta:
- NICK quanto tempo! Por onde tem andado! A ultima vez que passou por aqui foi á uns dois anos!
- Pois é estou precisando da ajuda de vocês! Preciso me ajudem a esconder ela, ou melhor dizendo, preciso que escondam nós dois! (diz olhando para CRIS)
BRIAN aparece na porta:
- Entrem, podemos conversar melhor, ai você me conta em que confusão se meteu!
HOWIE vem logo em seguida com AJ.
- HOWIE leve CRIS lá pra cima, ela precisa de um bom banho e descanso, enquanto você AJ vai preparar nosso café da manhã reforçado. Depois todos vamos saber do NICK o que aconteceu! (diz Kevin).
CRIS toma um bom banho e se sente cansada, deita na cama e dorme.
Enquanto isso NICK conta a KEVIN, BRIAN, HOWIE E AJ, em poucas palavras o que aconteceu. Eles resolvem ajudar.
NICK se sente mais aliviado, sabia que podia contar com seus amigos. Decidiram tomar o café preparado por AJ. Depois NICK iria descansar.
Antes disso ele vai ver como CRIS está. Leva uma linda bandeja e abre a porta devagar. Ela dorme.
Ele deixa a bandeja sobre a mesinha do lado da cama e se senta do lado dela, que de tão cansada não percebe. Pega um fino lençol e a cobre. Estava apaixonado por ela e jurou que iria protegê-la.
HOWIE chega e diz baixinho:
- Pelo jeito está apaixonado por ela hein! Quem diria que você, um forasteiro sem destino fosse se apaixonar tão cedo por uma camponesa.
- É HOWIE, estou mesmo e juro a você que não vou deixar aquele mercador nos encontrar, quando sentir que não corremos mais perigo vou me declarar a ela e se ela me aceitar quero que ela seja minha esposa. Durante anos fiquei sem família, depois que a conheci sinto que está na hora de formar a minha.
Saem os dois do quarto, e NICK vai se deitar, precisava descansar um pouco antes de decidirem qual direção tomar.
Passaram quase o dia todo dormindo.
AJ e KEVIN no final do dia sairam para comprar algumas coisa quando escutaram um dos camponeses dizendo que a caravana de mercadores estava chegando. Mais que depressa voltaram para a pousada.
KEVIN entrou para avisar NICK, enquanto AJ dava sumiço no cavalo dele.
-NICK acorda! A tal caravana do mercador está chegando à vila. Precisam se esconder! (KEVIN sacudindo NICK).
Ele se levanta sobressaltado:
- KEVIN não dá tempo de sairmos, com certeza ele mandou os homens de confiança virem pelo outro lado, e agora o que vamos fazer?
- Calma vamos pensar em algo, vá acordar CRIS! (KEVIN coça a cabeça pensando em algo).
Brian entra e diz:
- Temos um porão secreto embaixo da sala da pousada, podem se esconder por lá, é bem apertado mas ninguém vai encontrá-los.
NICK concorda e vai ao quarto de CRIS. Com jeitinho pega no seu braço e a sacode devagar:
- CRIS acorda temos que nos esconder, Oliver chegou á vila.
Ela acorda assustada, só o nome dele lhe causava arrepios pelo corpo.
Descem para a sala e se escondem no lugar descrito por BRIAN.
O lugar era apertado mas não tinha opção.
AJ entra na sala:
- Bom agora é torcer para sermos convincentes para esse tal Oliver, porque ele tá vindo pra cá, o que vamos dizer?
- Vamos dizer que eles passaram por aqui sim mas tomaram o rumo já tem algumas horas . (disse KEVIN)
- Podemos dizer que ouvimos eles dizerem que seguiriam por rio logo mais adiante, quem sabe ele não desiste? (HOWIE deu a idéia).
- Verdade, podemos dizer então que eles passaram por aqui a algumas horas e que ouvimos dizer que seguiriam pelo rio, e que também teriam como destino outro condado, o que acham? ( disse BRIAN).
Todos concordaram.
Oliver chega com a caravana de mercadores, começou a perguntar a várias pessoas se haviam visto NICK e CRIS. A maioria disse que não, mas um disse que parecia ter visto as pessoas com as caracteristicas entrar na pousada.
Ele então se dirigiu para lá e bateu na porta:
- Abram, quero falar com o dono.
KEVIN se habitlita e vai abrir a porta:
- Pois não, somos em quatro sócios, o que deseja? Quer um quarto?
- Não quero apenas falar com os senhores se me permitirem entrar. ( diz Oliver com ar educado mas ao mesmo tempo rispido).
KEVIN o faz entrar e apresenta os outros.
- Bom vou direto ao assunto. Estou a procura de um casal. Na verdade esse forasteiro sequestrou minha futura esposa. É um mercador de tecidos chamado NICK, e tive a informação que eles passaram por esta pousada, qualquer informação será recompensada.
Enquanto isso, Oliver nem imaginava que CRIS e NICK estavam escondidos sob os pés dele em um lugar apertado. CRIS tremia só de ouvir a voz dele e era envolvida por um forte abraço de NICK, a deixando com a sensação de proteção, fazendo-a se acalmar um pouco.
- Bom passou um casal por aqui sim já tem algumas horas. Mas nem ficaram muito, apenas comeram uma refeição e seguiram caminho.(diz HOWIE calmamente).
- É e pelo que escutei eles conversando, iam tomar o rumo do rio. Agora para onde iriam eu não sei. (disfarçou AJ).
- Pois eu escutei, eles iam para outro condado! (disse BRIAN convicto).
Oliver serrou os punhos de raiva se eles estivessem mesmo falando a verdade, não os encontraria mais, sabia que tinha que respeitar certas convenções de mercadores, que o impedia de entrar em outro condado. Tentou dissimular a raiva:
- Vocês tem certeza mesmo que ouviram que eles iriam para outro condado então?
BRIAN respondeu:
- É eu escutei isso deles, não falavam muito a respeito, mas foi o que deu para ouvir.
- Pois bem, agradeço vocês ela informação, vou apenas descansar com meus mercadores esta noite e amanhã bem cedo vamos partir para a direção que indicaram, ainda encontro aqueles dois. (Oliver disse ainda com raiva nos olhos).
- Eu lhe acompanho até a porta. (Kevin disse educadamente).
Oliver saiu de lá com a impressão que eles todos estavam omitindo algumas coisa, nisso era bom, sabia quando as pessoas não falavam a verdade, ficou com uma certa desconfiança e resolveu colocar alguém para vigiar a pousada. Reuniu seus dois capangas e falou para ficarem vigiando e qualquer coisa estranha avisarem.
Depois da saída de Oliver CRIS e NICK saíram de onde estavam, um pouco aliviados, só ficariam totalmente quando a caravana de Oliver partisse dali no dia seguinte, até lá tomariam o máximo de cuidado. Só que tinham que arrumar algumas coisas, NICK queria levar CRIS logo para outro condado, cada minuto era precioso e quanto mais longe de Oliver era melhor:
- Precisamos arrumar uma carroça, assim CRIS poderá viajar mais confortável e longe dos olhares das outras pessoas, será mais fácil. (HOWIE deu a idéia).
- Temos uma carroça nos fundos da pousada, poderá usa-la, mas temos que fazer alguns reparos. (Ofereceu BRIAN)
- Arrumarei mais um cavalo. (disse KEVIN)
- E eu vou arrumar alguns mantimentos para a viagem. (falou AJ).
- Nossa, não sei nem como agradecer o que estão fazendo. (NICK agradecia a todos).
CRIS não disse nada, ainda não se sentia segura, ainda mais sabendo que Oliver estava a apenas a alguns metros dali. Subiu ao quarto para descansar mais um pouco.
Já anoitecia e todos resolveram agir, seria mais fácil, cada um se encarregaria de ir atrás do que tinham proposto. NICK queria ajudar e disse que colocaria uma capa para sair. AJ ficaria na pousada preparando os mantimentos e fazendo companhia a CRIS. Era melhor ela não sair.
Embora todos tomassem o máximo de cuidado, um dos capangas de Oliver na espreita , ficou escutando as conversar e logo foi contar o que tinha descoberto para Oliver.
Oliver se irritou não admitia ser enganado. Pegou seus dois capangas e foram em direção á pousada. Nem bateu, chutou a porta a abrindo violentamente, alertando AJ, que veio ver o que acontecia. Foi imobilizado pelos capangas de Oliver e ficou sem reação. Enquanto os dois seguravam AJ, Oliver subiu nos quartos abrindo um por um procurando por CRIS.
CRIS dormia serenamente em um deles quando Oliver entra:
- Olá querida! Achou que ia fugir de mim, agora não vou deixar que ninguém atrapalhe meus planos. Achou que fosse fácil me enganar, se esconder, mas não desisto fácil! (disse pegando CRIS pelo braço que acordava atordoada e no susto).
Foi puxando-a pelo braço até embaixo, onde AJ estava imobilizado pelos homens de confiança de Oliver.
Oliver com ar maldoso:
- Dêem uma surra nele, não tenham dó, ele tem que aprender que ninguém me passa para trás.
CRIS diz:
- Não faça isso, por favor, eu vou com você, mas não machuquem ele!
- Quer que não o machuque? Nossa comovente. Já o protege apesar de tê-lo conhecido a ta pouco tempo, já estão amiguinhos é? Estou inclinado a fazer isso, só se você me implorar por isso e me dê um beijo!
Embora o nojo que tinha de Oliver fosse grande, não podia deixar que machucassem seu mais novo amigo AJ. Respirou fundo e falou:
- Por favor, não machuquem ele, eu vou com você e faço o que você quiser.
Oliver tinha um brilho de satisfação no olhar, era tudo que queria ouvir. Agarrou CRIS e a beijou. (ela não reagiu, apenas suportou aquele beijo).
Oliver mandou soltar AJ. E foi puxando CRIS em direção á porta:
- Avise seu amigo NICK que ainda acerto as contas com ele, vai me pagar pelo que me fez!
Nesse momento KEVIN, BRIAN, HOWIE e NICK, chegavam, tinham visto de longe a porta aberta e deduziram que alguma coisa estava errada.
Param na porta quando se deparam com Oliver com CRIS e os dois capangas.
NICK diz:
- Larga ela, não vou deixar que a leve!
- Corrigindo meu amigo, não vamos deixar que a levem! (diz KEVIN).
- Está em desvantagem Oliver! (diz BRIAN)
- É cinco contra três! (fala HOWIE).
- Agora não me pegarão desprevenido. (diz AJ, bravo).
Oliver se sente acuado, coloca CRIS na sua frente e puxa uma adaga e encosta no pescoço dela:
- Vocês que sabem, tentem alguma coisa, e eu serei obrigado a passar essa lâmina no pescoço lindo dessa camponesa, se eu não a tiver ninguém mais a terá.
- Você é um covarde, em vez de ameaça-la porque não fazemos uma luta justa, homem a homem. Se você sair vencedor pode leva-la, mas seu eu ganhar vai nos deixar em paz. Proponho um duelo de espadas ao amanhecer do dia no pátio da vila. (NICK fala convicto).
- Tudo bem eu concordo, nada mais glorioso que te vencer na frente de muita gente e ter como prêmio CRIS. (disse Oliver já cantando vitória).
- Vamos lutar até a morte se for preciso! Mas te imponho uma condição, que não toque nela até um de nós sair vencedor.
- Tudo bem, eu aceito sua condição, não me custa esperar mais um dia para ter CRIS em meus braços, mas essa noite ela ficará lá comigo, não quero que vocês tenham a chance de fugir.
- Não se preocupe não irei fugir. Amanhã resolveremos essa situação de uma vez por todas.
Oliver sai levando CRIS.
- NICK! Ficou doido? A quanto tempo não luta espadas? (KEVIN pergunta)
- Que eu me lembre tem dois anos, a ultima vez foi aqui, quando nós praticamos um pouco! (NICK diz em tom desanimado)
- É um longo tempo sem praticar acha que consegue? ( Pergunta HOWIE)
- Acho que sim! Só tenho que praticar algumas horas!
- Então mãos á obra! (diz AJ trazendo as espadas).
- È vamos te ajudar a praticar ( disse BRIAN já pegando a sua).
Começaram a praticar e logo NICK já havia se lembrado de como se manejava uma espada. No dia seguinte faria de tudo para livrar CRIS de Oliver.
Enquanto isso Oliver acorrentava CRIS novamente:
- De volta ao lugar que nunca deveria ter saído, minha querida. Acho que amanhã aquele abusado vai se dar mal, luto muito bem com espadas, você será um troféu e tanto depois da minha vitória. Não entro em nada e saio perdedor. Você verá. Saiu para praticar dando uma sonora gargalhada.
CRIS chora compulsivamente, não queria que nada acontecesse a NICK, ele a havia salvado da primeira vez sem ao menos conhece-la e agora estava se arriscando novamente por ela. Tinha um carinho enorme por ele, só não sabia ainda que esse carinho estava se transformando em amor.
Amanhece o dia. O pátio da vila está cheio de gente, a notícia do duelo já havia se espalhado e muitos curiosos se aglomeravam.
Oliver vingativo e para colocar pressão sobre NICK, acorrenta CRIS em um palanque no meio do pátio, causando espanto em muitos por aquele absurdo.
NICK chega junto com KEVIN, BRIAN, HOWIE e AJ e vendo CRIS diz:
- Você é completamente louco, pra quê prende-la, sou um homem de palavra, não fujo aos meus acordos.
- Pois é mas não queria que meu cordeirinho fugisse novamente e outra é pra dar mais emoção ao nosso duelo, quero que CRIS veja eu acabando com você. (Oliver ironiza).
- Não cante vitória antes da hora, pode ter certeza que não vou deixar você levar a melhor! (NICK diz desafiando).
- Então vamos começar logo, quero terminar logo com isso, não vejo a hora de tê-la em meus braços. ( Oliver provoca).
Os dois começam o duelo. Oliver realmente se mostra mais habilidoso que NICK, deixando seus amigos preocupados e CRIS apavorada.
Oliver adota uma postura mais ofensiva enquanto NICK se defende como pode.
NICK precisava pensar rápido, Oliver estava levando vantagem, se não reagisse com certeza ele ganharia o duelo facilmente.
Mas tudo estava difícil, o treino que havia tido na noite anterior não estava sendo o suficiente, precisaria aproveitar um descuido de Oliver, já estava ficando cansado e com isso aumentava a chance de errar.
Tanto que o temido aconteceu, após um golpe de Oliver a espada de NICK vai parar longe. Oliver se posiciona entre NICK e sua espada. NICK teria que passar por Oliver de mãos limpas correndo o risco de ser ferido por ele se quisesse recuperar sua espada.
- NICK, pelo jeito você já era, vai desistir? Sabe que está em uma situação complicada, sua espada de um lado e você do outro e no meio do seu caminho estou eu pronto para te dar o golpe de misericórdia. Se quiser pode desistir. Fica vivo e sem CRIS, ou me enfrenta de mãos limpas e morre bem diante dela. (Oliver diz isso fala para CRIS que chora)
- Minha querida, NICK não merece que você chore por ele, o homem da sua vida sou eu. Pare de chorar por quem não merece. Ele é um perdedor.
- NICK não se deu por vencido, num impulso, passa uma rasteira em Oliver, que cai de costas ao chão. Aproveitando, NICK consegue pegar sua espada e apontar para o pescoço e Oliver.
O povo clama para que NICK o mate. Oliver diz:
- Então o que você está esperando, termine logo com isso, confesso que foi muito rápido e me pegou desprevenido.
- Não sou uma pessoa como você. Não vou me tornar um assassino. Sinto enorme desprezo por você e além do mais agora estou com pena, a partir de hoje você foi desmoralizado, por onde passar vai ser apontado como um perdedor. Não há coisa pior para uma pessoa do que isso. Só espero que cumpra sua palavra e deixe CRIS em paz. (NICK disse em tom calmo apesar da situação).
- Pode ficar tranqüilo trato é trato. Vou deixa-la em paz. (Oliver disse isso entregando a chave do cadeado que prendia as correntes de CRIS).
Depois disso se levantou e foi tomar seu rumo. A vergonha era a pior de tudo, iria para bem longe.
A multidão aplaude NICK, que pega a chave e vai soltar CRIS que respira aliviada. Estava livre de Oliver. Solta não se conteve abraçou NICK. Ele tinha sido um anjo da guarda que a salvou por duas vezes, não tinha palavras para agradecer. Apenas chorou não de tristeza mas sim de alegria.
KEVIN se aproxima:
- NICK não confio nesse cara, melhor ficarem conosco por aqui por algum tempo, pelo menos nesse vilarejo não terá coragem de pisar depois de hoje, depois poderão ver o que irão fazer. Aqui vocês estarão protegidos e terão nosso apoio.
- Verdade, ajudaremos você a comprar algumas mercadorias para recomeçar novamente seu negócio. ( falou BRIAN).
- É também acho, se não quiser mexer com tecidos e roupas novamente poderemos arranjar outra coisa para você. ( disse HOWIE).
- Então se a CRIS concordar poderá me ajudar na cozinha, preciso de uma ajudante urgente! (disse AJ rindo).
NICK olhou para CRIS como querendo sua opinião. Ela concordou, no fundo KEVIN tinha razão.
No dia seguinte, NICK sai com HOWIE e BRIAN para buscar algumas mercadorias num vilarejo logo ali perto. Continuaria a vender tecido e roupas, era o que sabia fazer e não iria abandonar sua profissão de mercador. KEVIN cuidava da recepção da pousada enquanto CRIS ajudava AJ na cozinha. A pousada sempre tinha viajantes que pernoitavam por lá então sempre tinham trabalho.
NICK volta no cair da noite, tinha conseguido ótimos preços em várias mercadorias. Chega e guarda suas coisas e vai bater na porta do quarto de CRIS:
- CRIS posso entrar? É o NICK.
- Pode sim! A porta está aberta.
- Desculpa, estava se preparando para dormir? Não quero te incomodar.
- Não imagina, estava sem sono e estava lendo um livro que KEVIN me emprestou. Quer conversa comigo?
- Somente lhe vim trazer algumas coisas. (disse NICK entregando um embrulho).
CRIS abre o embrulho e se depara com algumas peças de roupa de seda, muito bonitas. NICK tinha bom gosto.
- Achei algumas peças que acho que são sua cara, mas como não deve ter boas lembranças de ganhar roupas.........(diz NICK sem jeito).
- Imagina, uma coisa não tem nada a ver com a outra, não queria nada de Oliver. Mas de você .... agradeço de coração.(CRIS diz isso se aproximando dele e dando um suave beijo em sua face). Ia precisar mesmo de roupas e não sabia como conseguir. Gostei muito. Nem sei como te agradecer.
- Já sei como você pode me agradecer. Quero vê-la vestindo uma delas. Escolha uma e vou até a sala te esperar.
- Tudo bem.
NICK desceu para a sala onde os outros estavam, tinha ainda no rosto aquela sensação dos lábios dela dando aquele beijo suave. Estava ficando difícil esconder que a estava amando, mas como os fatos ainda eram recentes resolveu esperar mais um pouco para se declarar.
KEVIN, BRIAN, HOWIE, AJ E NICK conversavam animadamente. Quando CRIS desce as escadas. Todos olham boquiabertos. Estava em um lindo vestido rosa claro.
Todos emudecem.
O silêncio foi quebrado com AJ falando:
- CRIS não é por nada mas você está uma deusa!
Todos riem mas concordam que ela havia ficado muito bonita.
NICK ainda estava mudo, como queria declarar seu amor por ela, chegar nela e toma-la em seus braços e a beijar, ficou perdido nesses pensamentos. Quando percebeu um tapa nas costas dado por BRIAN:
- E você NICK não vai dizer nada a respeito?
- É realmente ficou muito bonita CRIS. (diz meio sem graça).
O tempo foi passando e já fazia um mês que NICK e CRIS estavam ali.
AJ e CRIS arrumavam a mesa para o jantar. KEVIN terminava algumas contas, NICK e BRIAN contavam o estoque quando HOWIE chega:
- Não sabem o que um viajante acaba de me contar! (disse HOWIE fazendo um suspense).
- Conta logo, que já está me deixando curioso! (intimou AJ).
- É todos nós estamos curiosos! ( BRIAN disse ansioso).
- Pois então, eu conto. Ele disse que Oliver se envolveu numa briga e acabou morto! (HOWIE disse de uma vez)
- Para todos verem que quem semeia maldade, acaba sendo vitima dela! (concluiu KEVIN).
CRIS ficou aliviada com o que ouviu . Lógico que não desejaria um fim desses para ninguém, mas só em saber que agora não teria mais que viver sob pressão de uma possível volta de Oliver ficou feliz.
NICK também gostou do que ouviu, mas no fundo ficou triste. Com certeza que depois disso CRIS iria querer voltar para casa. Não sabia se abria seu coração para ela, ou continuaria amando-a sem dizer nada. O medo de se declarar ainda era enorme, mas o medo de não vê-la mais também era grande.
Após o jantar CRIS foi tomar um ar, o céu estava estrelado e uma brisa suave deixava o ar fresco, sentou se em um banco em frente a pousada. Imaginava como estariam seus pais agora, sua casa, sua amiga DAIANA e não pode conter as lágrimas de saudade.
Enquanto isso na casa de DAIANA, Shane a pedia em casamento. Estavam felizes e marcaram a data para breve. DAIANA só ficou com uma pontinha de tristeza quando se lembrou de CRIS. Desejava tanto que a amiga estivesse ali, dividir sua felicidade com ela. Queria tanto saber como estava, se estava bem.
CRIS estava tão perdida nos pensamentos que se assustou quando NICK se senta do seu lado:
- Aposto que estava pensando em voltar para casa!
- Acertou, estou com muitas saudades e quero voltar, acho que agora não preciso mais me preocupar, não preciso mais fugir.
- É não tem mesmo com o que se preocupar. Se quiser partiremos quando quiser, são dois dias cavalgando. Faço questão de te levar até lá.
- Não quero dar mais trabalho a você! Você foi um anjo na minha vida, não tenho como agradecer tudo que fez e tem feito por mim!
- Não vai me dar trabalho. Vou ficar mais sossegado a deixando sã e salva em sua casa. Pode me agradecer sendo feliz! (NICK a abraça forte)
CRIS se deixa abraçar, se sentia protegida com o calor do corpo que vinha dele.
NICK mais do que nunca teve vontade de abrir seu coração, mas o medo de não ser correspondido ainda era maior. Mais uma vez não disse nada, apenas ficou com ela entre seus braços por algum tempo.
Na manhã seguinte se despediram de KEVIN, BRIAN, HOWIE e AJ e partiram, eram dois dias na estrada. KEVIN havia arrumado mais um cavalo para CRIS.
HOWIE comenta:
- Tenho a leve impressão que nosso amigo não vai voltar! Se bem conheço está perdidamente apaixonado e não vai ficar longe de CRIS, só falta tomar coragem e se declarar a ela. Tenho certeza que ela também está gostando dele e só precisa de um empurrãozinho para descobrir isso!
KEVIN, BRIAN e AJ entreolham-se concordando com o que HOWIE havia dito.
Todos torciam para a felicidade do amigo.
NICK e CRIS começaram a longa caminhada.
Paravam de vez enquanto para descansar. Na primeira noite, dormiram em uma cabana de caça abandonada que acharam não muito longe da estrada. Enquanto CRIS dormia NICK não conseguia deixar de pensar nela. Revirava-se de um lado ao outro na manta estendida no chão, não conseguia dormir.
Saiu para fora da cabana, precisava decidir o que faria com reação a seus sentimentos. Enquanto isso CRIS tinha um sonho. Era como se voltasse no tempo, no dia em que foi seqüestrada por Joe e Josh. Oliver a agarrando, ela tentando se soltar. Ele a beijando.........O sonho foi se distorcendo, imagens se misturando.......... Quando em vez de Oliver, CRIS se viu sendo beijada por NICK. Sentiu um brando calor invadir seu corpo. Acordou ainda com aquela sensação.
Pensou no que aquele sonho confuso queria dizer, estaria gostando de NICK, ou apenas confundindo com gratidão? Só o tempo diria. Perdeu o sono e percebeu que NICK não estava, para onde teria ido? Levantou-se e quase chegando na porta ele vinha de volta. Ficou perturbada, mas disfarçou esboçando um leve sorriso.
O dia não demorou a amanhecer e recomeçaram a caminhada. Teriam mais um longo dia, e contavam em chegar ao destino na manhã do dia seguinte se tudo corresse bem.
O calor estava insuportável e CRIS não se sentiu bem, então foram forçados a parar na beira de um pequeno rio. CRIS molhou a cabeça, e se sentiu melhor, resolveu dar um mergulho, adorava fazer isso. NICK ficou observando, tinha decidido que se declararia a ela quando chegassem ao vilarejo.
CRIS estava com o ânimo renovado, aquele mergulho tinha reposto suas energias, o cansaço havia desaparecido.
O dia estava se findando, quando nuvens negras anunciavam uma forte tempestade.
Ventos forte começaram a soprar.
Precisavam arrumar um lugar seguro para passarem a noite.
NICK encontrou uma pequena gruta, era perfeita para passarem a noite, faltava pouco agora para CRIS estar em casa. Ela havia posto o vestido rosa que havia ganhado de NICK e coberto seus ombros com um xale na mesma cor.
Ele acendeu uma fogueira para iluminar o local e se aquecerem, afinal a chuva já caia trazendo junto um vento frio. Estendeu uma manta no chão onde iriam dormir.
CRIS estava encostada na parede da gruta olhando a chuva do lado de fora.
Olhando ela, linda naquele vestido NICK ficou perturbado. Não podia mais suportar guardar o amor que estava sentindo, ou ele tomava uma atitude ou ficaria louco.
Levantou-se e aproximou-se dela devagar.
O coração de ambos estavam descompassados, respiração acelerada, olhos nos olhos. Mas nenhum dos dois pronunciou sequer uma palavra. O momento era somente de gestos.
NICK faz um carinho no rosto de CRIS, vai aproximando seus lábios no dela, olhos fixos e com um brilho apaixonado até a beijar calorosamente.
Percebendo que era correspondido, a pega no colo, a carrega e a deita sobre a manta.
Entregam-se ao amor, os corpos se fundiram em um só. Aquela noite foi mágica para CRIS, NICK se mostrou muito carinhoso, descobriu que o amava, estava feliz. Já ele se sentiu realizado e todo o medo que sentia desapareceu no momento que foi correspondido. Agora nada mais o faria se separar dela.
O dia amanhece, a chuva havia parado, CRIS dorme, NICK acorda e fica a observando por um longo tempo. Levanta devagar, sem fazer barulho e vai pegar algumas coisas para o “café da manhã ” , algumas coisas que seus amigos haviam mandado. Sai e colhe algumas flores que haviam lá por perto.
Volta, aproxima-se de CRIS adormecida e dá um leve beijo em seu rosto:
- Hora de acordar, , temos que seguir viagem, já estamos perto.
- Bom dia! (CRIS diz meio sonolenta e sentando-se).
- Sobre ontem á noite, quero te dizer que descobri que a amo já faz um tempo, na verdade foi logo após termos fugido, mas confesso que tinha um enorme temor de lhe dizer isso, não saberia sua reação ou talvez ficasse comigo por gratidão. Fui um bobo por guardar esse sentimento por tanto tempo. (os olhos de NICK brilhavam).
- Nem sei o que te dizer, ontem você foi muito carinhoso, me fez mulher, se não sentisse a mesma coisa que você nada havia acontecido. Talvez tenha demorado a perceber seus sentimentos e admitir os meus. O que importa é que agora não tenho mais dúvidas que o amo também e não quero ficar longe de você. (CRIS o abraça forte e o beija longamente).
Seguiram viagem logo depois de comerem alguma coisa e de NICK ter entregado a CRIS as flores que havia colhido.
Algum tempo depois chegam ao vilarejo.
DAIANA está em sua casa, arrumando várias coisas para seu casamento, que seria no dia seguinte. Quando escuta uma voz familiar ao longe:
- DAIANAAAAAAAAAAA!
Ela sai para fora, e não acredita que é sua amiga CRIS que desce do cavalo e vem correndo ao seu encontro.
Abraçam emocionadas, enquanto os pais de CRIS também chegam com lágrimas nos olhos. Felizes pela filha ter voltado.
- Achei que nunca mais ia te ver CRIS! Como foi que conseguiu se livrar de Oliver? Como você está? O que fez durante todo esse tempo? (DAIANA perguntava sem parar).
- Um longa história, que vou contar com calma, mas antes preciso que conheçam uma pessoa muito importante e especial para mim e que foi o responsável por eu estar aqui hoje de volta para minha casa. (Disse isso pegando na mão de NICK e o trazendo para perto).
Feita as apresentações, todos se sentaram e CRIS contou tudo que havia acontecido com ela todo aquele tempo. Ficou sabendo também que sua amiga iria se casar no dia seguinte, ficou feliz.
Os pais de CRIS simpatizaram muito com NICK e estavam gratos pelo que ele havia feito por ela e abençoaram o namoro dos dois.
Na manhã seguinte CRIS ajudava DAIANA a se arrumar.
Um lindo altar foi montado na beira do rio incluindo um enorme arco decorado com flores e um caminho de pétalas de rosas. Shane esperava DAIANA, que foi conduzida por seu pai.
CRIS estava feliz por estar de volta junto da sua família, amigos, por ver a amiga se casando e a maior felicidade de todas de estar junto de NICK. Durante toda a cerimônia ele permaneceu abraçado á ela. Aqueles braços onde ela se sentia protegida, dali para frente era a certeza que seria muito feliz.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

NIVER DO A.J

Bom galerinha todo mundo sabe que hoje é niver do nosso querido A.J.

A imagem acima é uma homenagem da minha amiga Laninha!!!

Feliz pelo niver do seu amore!!!!

Bom decidi fazer alguma coisa diferente em comemoração a esta data, segue abaixo um pouco da vida dele.

Espero que gostem.

BSBeijos.

Alexander James McLean. - A.J

Nascido em 09/01/1978 às 7:31 minutos de uma manhã em West Palm Beah na Flórida, Alex, como é chamado por pessoas mais intimas, foi criado por sua mãe e seus avós, já que seu pai Bob o abandonou quando tinha apenas 4 anos.Ainda pequeno entrou no mundo do entreterimento, quando fez uma apresentação numa peça em sua escola de "Branca de Neve e os sete anões" onde fez o papel de Dunga.
Com apenas 13 anos, participou de um seriado da Nickelodeon nos EUA, "Hi Honey, I´m Home" fazendo o papel de Shunk. Após ali Alex começou a fazer testes e mais testes, nos intervalos das aulas e nos intervalos das participações do Star Search, uma especie de show de calouros famoso.Somente quando ao participar de um concurso de jovens talentos latinos e ser o grande ganhador, o jovem teve certeza que esta seria sua carreira.
Mas algo neste evento iria mudar sua vida para sempre, ele conheceu um outro jovem que sempre esbarrava nos testes, Tony Donneti, e começaram a cantar durante as esperas nos castings. Em Março de 1992, ao ler um anuncio no jornal onde pedia jovens com idade entre 12-18 anos para a formação de um grupo vocal, Alex imediatamente se prontificou e em Abril se tornou o primeiro membro da banda que estava sendo criada, os Backstreet Boys.
Lou Pearlman, o homem por trás do anuncio, continuou a procurar jovens, e semanas depois, Nick Carter e Tony Donetti, ou melhor Howie Dorough, se juntaram a Alex como membros da banda. Depois da saida dos outros dois jovens escolhidos, e a entrada dos primos Kevin Richardson e Brian Littrell, os Backstreet Boys estavam formados.
Após a chegada dos dois novos membros, pequenos shows e tentativas de contratos com gravadoras foram feitas, até que a Trasncontinental, um selo da Jive Records/Zomba aceitou contratar a banda e em 1995 foi lançado o primeiro álbum.O grande sonho de Alex tinha se realizado: estar no showbusiness.
"We´ve got it goin´on" se tornou um grande sucesso na Europa, e Alex teve que deixar sua família para poder se dedicar ao sucesso que a banda estava se tornando na Europa. A BackstreetMania tinha começado, e para um jovem com apenas 18 anos, a fase de farras também tinha sido dada inicio. Visto pelas revistas como o "Bad Boy" somente pelo seu visual diferente como as mudanças de cabelo, óculos, crucifiços, que na verdade não se parecia em nada com o Alex que ficava nos hoteis.
Com o passar dos anos, a pressão, o sucesso e as facilidades que a fama trazia, bebidas e mulheres se tornaram seu fraco, deixando que o personagem "A.J." tomasse conta de si. A solidão nos quartos de hoteis e a saudade de sua familia o faziam beber cada dia mais.
Em 2000, após o termino do namoro com sua namorada de longa data, Amanda Latona, e o inicio da turnê "Black & Blue", ficou cada dia mais dificil para Alex se manter fora do lado obscuro da fama.Já no inicio de 2001, o jovem teve informações que seu avô materno estava muito mal de saúde, mas por causa dos compromissos assumido com os Backstreet Boys, Alex não pode ficar perto dele, enquanto se recuperava de uma cirugia. Semanas depois, o grande baque na vida de Alex: Sua avó materna, Ursula, que sempre o cuido, faleceu.
Após a morte de sua avó, a impossibilidade de estar com sua família nos momentos dificeis, e a solidão que sentia nos quartos de hotel, fizeram com que no dia de gravação do clipe "The Call", ele experimenta-se Cocaina. Entrando cada vez mais nas festas e drogas, junto com bebidas, Alex estava se escondendo dos problemas, e somente no mês de Julho de 2001, após uma severa briga no hotel com os demais membros e seguranças do grupo, ele decidiu se internar numa clinica de reabilitação no Arizona, chocando a todos os fãs e a imprensa.
Durante 3 meses, a turnê dos Backstreet Boys foi cancelada, para que Alex pudesse retornar ao mesmo rapaz sorridente e alegre que todos a sua volta conheciam. No dia 23 de Outubro de 2001, sempre comemora sua sobriedade, que estre ano completará 7 anos. Após sua saida da clinica, a banda finalizou o restante da turnê e entrou em "ferias" para que ele pudesse ainda continuar se recuperando.
Somente em 2003, durante uma emocionada entrevista a Oprah, Alex falou abertamente de como seus problemas começaram e como dificil foi tomar a decisão de entrar na reabilitação. No meio do programa, junto de sua mãe Denise, que escreveu toda sua visão da historia no livro "Backstreet mom", Alex teve a visita surpresa de seus colegas de banda, sendo tido até hoje como um dos momentos mais emocionantes do programa Oprah.
Em 2005, após o termino das intensas férias, a banda retornou com um "Never Gone", voltando as atividades, e no ano de 2007 lançou "Unbreakable".Nos planos de Alex, continua sua vontade de divulgar aos jovens que não usem drogas e que a família é a maior base, bem como o lançamento de um album solo, a qual está trabalhando desde 2002 e quer falar sobre seus problemas bem como suas tristezas e felicidades.

(Créditos do texto: www.thebackstreetboys.com.br)

Jogo rápido
Nome: Alexander James McLean
Data de nascimento: 9 de Janeiro de 1978
Nicknames: AJ, Bone, Alex
Local de Nascimento: West Palm Beach, Florida
Hora: 1:37am
Mora na: Florida
Signo: Capricornio
Familia: Denise e Tony (padrastro)
Animal de estimação: um cachorro chamado Bernie, e JD e Vegas, dois yorkshires que moram com sua mãe.
Comida favorita: McDonalds