" Em 2048, ciência e tecnologia se desenvolveram em um ritmo incontrolável.
Drogas e armas desconhecidas inundaram nossas ruas e escolas.
O contrabando é controlado e distribuídos por organizações criminosas violentas e anônimas.
E a taxa de crime sobe à assustadores 400%.
Com poucos e sobrecarregados homens os órgãos de aplicação da lei implementaram uma nova estratégia.
Todo policial é posto em parceria com um androide avançado de modelo de combate."
A nova série da Fox, Almost Human agradou aos telespectadores. Prova de
que a Fox está apostando nessa série futurística foi a Premiere com a
exibição de dois episódios no ultimo final de semana e que conseguiu
bons índices.
A sinopse não desperta tanto interesse, seria mais uma série que vamos
ver interação entre robôs e humanos e como se relacionam, as diferenças e
seus confrontos.
O piloto começou da melhor forma possível, ação, tiros explosão.
John acorda depois de ficar 17 meses em coma. Coma esse por conta de uma
operação mal sucedida onde toda sua equipe, seu parceiro foram mortos
por uma organização identificada como Insindicato.
Ele está tentando se lembrar de tudo que aconteceu naquele dia e tem que conviver com uma perna mecânica.
Capitã Maldonado o chama de volta ao trabalho e um dos seus companheiro Richard não aprova.
Como regra seu parceiro é um androide MX, ao qual ele não tem muita
paciência ou afinidade e acaba por jogá-lo do carro em movimento.
Rudy, o técnico em robótica, apresenta Dorian a John.
Dorian é um androide DRN de alma sintética que pode sofrer "bugs" como
dificuldade em regular suas emoções e pode ter problemas emocionais e
que quando foi criado era para ser tão humano quanto possível.
A primeira missão da nova dupla John e Dorian é tentar encontrar o
detetive Vogel, sequestrado por um grupo que tem ligação com um caso
que ele investigou tempos atrás.
Infelizmente não conseguem salvá-lo e descobrem que ele foi vítima de um experimento, um cobaia.
Maldonado confia somente em John, ela acha que dentro do departamento há um delator.
Segundo episódio teve com foco "robôs sexuais", isso mesmo robôs criados
para dar prazer sexual, ser companhia, confidente, tudo permitido,
dentro da lei desde que não se usem DNA humano.
Mas esses robôs escondiam experimentos de criminosos albaneses, que
estavam sequestrando mulheres e as usando para produzir pele com seu
DNA.
Queriam que os robôs tivessem a pele mais perfeita possível, mas isso
tinha um preço, a morte das mulheres que tinham seu DNA retirado.
John e Dorian descobrem todo o esquema e acabam com ele.
Não sou muito fã desse tipo de série, mas resolvi assistir em caráter de curiosidade.
As primeiras impressões foram boas. Apesar do enredo ser lógico e permitir conclusões dos próximos episódios.
A inclusão de um tema bem interessante que são os experimentos
genéticos, e todo um mistério envolvendo os planos da organização
Insindicato foi uma boa jogada dos produtores. Isso abre várias
possibilidades a serem exploradas no decorrer da temporada. O que me
chamou atenção foi a citação de experimentos com DNA programável,
utilizado para criação de membros e órgãos humanos para transplante.
Para os amantes de tecnologia e efeitos especiais é um prato cheio:
carros com equipamentos sofisticados, computadores modernos,
processamento de dados rápidos, análise de amostras e evidências com um
simples toque, robôs com capacidade de calcular riscos, falhas enquanto
realizam uma abordagem, mascaras de luz que impedem a identificação de
rostos, bombas de DNA para encobrir digitais.
Aprovei o elenco e achei eles bem entrosados, alguns já conhecia de outros projetos e outros não.
O que me incomodou um pouco foram apenas alguns termos técnicos que acho
que logo estarei familiarizada com o decorrer dos episódios.
E ai quem assistiu os dois episódios de Almost Human?
Gostaram? Acham que a série vai ter futuro?
Episode 1.03 - Are You Receiving
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